Novembro 25, 2020 getLISBON

Eça de Queiroz é, indiscutivelmente, um dos mais relevantes escritores portugueses de todos os tempos. No dia em que faria 175 anos recordamo-lo, evocando a sua relação com Lisboa. Este escritor, caracterizado pela originalidade, riquezas de estilo e linguagem, grande poder descritivo realista, assim como pela crítica social intemporal, tem a sua obra traduzida em cerca de 20 línguas. É o autor de romances incontornáveis da nossa literatura como: O Crime do Padre Amaro; A Relíquia; A Ilustre Casa de Ramires; O Mandarim; A Cidade e as Serras… Pertencente à corrente realista do séc. XIX é um dos intelectuais da…

Novembro 18, 2020 getLISBON

O Jardim de São Pedro de Alcântara é sobejamente conhecido por quem visita Lisboa. Ninguém quer perder a larga panorâmica, entre o Parque Eduardo VII e o rio Tejo, que dali se avista. Localizado no eixo Amoreiras/Chiado, logo abaixo do Jardim do Príncipe Real, este espaço de planta rectangular, constituído por dois patamares desnivelados, tem outros motivos de interesse para além das belas vistas. Queremos que os conheça! Breve Origem A origem deste espaço remonta ao séc. XVIII quando se começa a formar uma praça fronteira ao Convento de São Pedro de Alcântara, que havia sido construído no último quartel…

Novembro 11, 2020 getLISBON

Neste artigo sobre personalidades homenageadas em arte urbana, trazemos-lhe obras que puseram em evidência figuras e/ou acontecimentos que merecem ser conhecidos.  A arte urbana tal como outras expressões artísticas constitui, muitas vezes, uma forma de manifesto sobre assuntos que nos tocam como sociedade ou problemas que nos afectam a nível global.  É nela que também assistimos a tributos a individualidades nacionais e internacionais que, de algum modo, se destacaram em áreas distintas ou que contribuíram com o seu esforço e dedicação para que possamos ter um mundo melhor. Personalidades Homenageadas em Arte Urbana Vamos, então, conhecer algumas das personalidades homenageadas…

Novembro 4, 2020 getLISBON 2Comment

A afirmação de uma Lisboa plural e solidária está presente em marcos simbólicos que encontramos espalhados pela cidade. Em 1945 vivia-se o rescaldo das duas grandes guerras mundiais que provocaram milhões de mortos, destruição, fome e miséria.  Então, delegados de 50 países reuniram-se em São Francisco com o objectivo de, nas suas palavras “… salvar as gerações futuras do flagelo da guerra, que por duas vezes na nossa vida trouxe incalculável sofrimento à Humanidade…”. É neste contexto que são elaborados os trinta artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adoptada pelas Nações Unidas no dia 10 de Dezembro de 1948….