PEDDY+, eventos

A Peddy+, microempresa com o RNAAT nº 605/2015, informa todos os seus Clientes que registou a sua declaração de cumprimento das normas que lhe permitem publicitar-se como Estabelecimento Saudável & Seguro.

Organizamos passeios pedestres, visitas guiadas e outros eventos culturais na zona da grande Lisboa. Porque só podemos valorizar aquilo que conhecemos…


26 | Julho | 2020 – domingo

Mesmo em época de pandemia, e com toda a segurança, é possível descobrir os recantos maçónicos da cidade, agora com a vantagem de poder andar numa baixa quase deserta…

Uma visita por uma cidade quase secreta, repleta de antigos símbolos e pormenores cheios de significado!
Por entre a História de Lisboa e da Maçonaria em Portugal e no mundo, venha descobrir o significado e a importância dos ritos e dos vestígios artísticos e arquitetónicos que hoje fazem parte das ruas e edifícios da cidade.
Uma viagem ao universo iniciático e filosófico da maçonaria através de detalhes que estão sempre escondidos… à vista de todos!
A Peddy+, certificada pelo Turismo de Portugal com o selo “Clean & Safe”, está consciente das suas responsabilidades em termos de segurança e, como tal, organiza os seus eventos de forma a garantir o distanciamento social entre todos os seus participantes.
Os grupos terão no máximo 10 participantes (guia incluído) e serão disponibilizadas máscaras protectoras e álcool gel desinfectante para mãos.

Guias: Inês, Raquel e Sandra
Ponto de encontro: Cais das Colunas
Duração aprox.: 3 horas
Hora: 10h00
Percurso: 2 Km
Valor de inscrição: 15,00€ por pessoa (crianças até aos 12 anos não pagam)
Envie o comprovativo da transferência bancária para: [email protected]
IBAN: PT50 0035 0001 0003 8300 5005 8

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31 | Julho | 2020 – 6ª feira (8ª edição)

As noites quentes de Verão convidam-nos a passeios ao luar que, se puderem ser acompanhados de um contador de histórias de crime e mistério, tanto melhor…

Venha conhecer os episódios mais terríveis e sangrentos da história de Lisboa e que alteraram o percurso da história da capital portuguesa. Desde o Regicídio do rei D. Carlos, passando pelo grande terramoto de 1755, o processo dos Távora, a Inquisição, entre outros, vai ficar a conhecer os momentos mais marcantes e violentos que ocorreram até hoje.
Passeio histórico aos pontos onde ocorreram crimes e os episódios mais marcantes da história de Lisboa, na baixa de Lisboa, Alfama e Mouraria. Inicia-se no Arco da rua Augusta e termina na praça do Rossio. Para pessoas com estômago forte.

Guia: Tiago Paixão
Ponto de encontro: Arco da Rua Augusta
Duração aprox.: 2 horas
Hora: 21h30
Valor de inscrição: 16,00€ por pessoa
Envie o comprovativo da transferência bancária para: [email protected]
IBAN: PT50 0035 0001 0003 8300 5005 8

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06 | Agosto | 2020 – 5ª feira (9ª edição)
07 | Agosto | 2020 – 6ª feira (10ª edição)
13 | Agosto | 2020 – 5ª feira (11ª edição)
20 | Agosto | 2020 – 5ª feira (12ª edição)
21 | Agosto | 2020 – 6ª feira (13ª edição)
27 | Agosto | 2020 – 5ª feira (14ª edição)

As noites quentes de Verão convidam-nos a passeios ao luar que, se puderem ser acompanhados de um contador de histórias de crime e mistério, tanto melhor…

Venha conhecer os episódios mais terríveis e sangrentos da história de Lisboa e que alteraram o percurso da história da capital portuguesa. Desde o Regicídio do rei D. Carlos, passando pelo grande terramoto de 1755, o processo dos Távora, a Inquisição, entre outros, vai ficar a conhecer os momentos mais marcantes e violentos que ocorreram até hoje.
Passeio histórico aos pontos onde ocorreram crimes e os episódios mais marcantes da história de Lisboa, na baixa de Lisboa, Alfama e Mouraria. Inicia-se no Arco da rua Augusta e termina na praça do Rossio. Para pessoas com estômago forte.

Inscreva-se já!

Guia: Tiago Paixão
Ponto de encontro: Arco da Rua Augusta
Duração aprox.: 2 horas
Hora: 21h30
Valor de inscrição: 16,00€ por pessoa
Envie o comprovativo da transferência bancária para: [email protected]
IBAN: PT50 0035 0001 0003 8300 5005 8

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19 | Setembro | 2020 – sábado

Depois do êxito da primeira edição desta visita a 9 de novembro, oferecemos esta nova oportunidade de descobrir esta maravilha cheia de histórias para contar…

Notável exemplar do estilo barroco, o Palácio Palmela data de 1792, sendo Manuel Caetano de Sousa o seu primeiro proprietário que aí residiu passando o edifício, por herança, para o seu filho, Francisco António de Sousa.
Após o degredo deste, e do confisco dos seus bens, o Palácio passou para o Estado que o vendeu em hasta pública, sendo o seu comprador Henrique Teixeira de Sampaio, Barão de Teixeira e 1º Conde da Póvoa, que nele residiu com sua mulher Luísa Maria Rita Baltazar de Noronha.
Falecido o 1º Conde da Póvoa, o imóvel passou para o seu filho e herdeiro, João Maria de Noronha e Sampaio, o 2º Conde da Póvoa. Por morte deste, herdou o Palácio a sua irmã, Maria Luísa, cujo casamento estava já tratado, por imposição real, com o filho herdeiro do Duque de Palmela (daí a origem do nome do Palácio).
Do aspecto exterior, destacam-se a fachada com janelas rectangulares, as varandas gradeadas a ferro forjado, de cada lado da porta principal a presença de duas esculturas representando a força e o trabalho e a presença das armas dos Duques de Palmela a rematar a entrada.
Em 1977, o Palácio foi adquirido pelo Estado Português, por compra do Ministério da Justiça, que aí instalou, desde 1980, a sede da Procuradoria-Geral da República.
De referir ainda que, em 1981, o edifício sofreu um incêndio de que veio a resultar a destruição da capela nele existente.

Guia: Sandra Belo
Ponto de encontro: Rua da Escola Politécnica, Lisboa
Duração aprox.: 2 horas
Hora: 10h30
Valor de inscrição: 6,00€ por pessoa
Envie o comprovativo da transferência bancária para: [email protected]
IBAN: PT50 0035 0001 0003 8300 5005 8

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O Chalet da Condessa D’Edla, localizado na zona ocidental do Parque da Pena, foi construído entre 1864 e 1869, tendo resultado de uma ideia de Dom Fernando II e de Elise Hensler, futura Condessa D’Edla e sua futura segunda mulher.

Seguindo o modelo dos Chalets Alpinos então em voga, destacam-se da decoração deste Chalet as pinturas murais, os estuques, os azulejos e o uso exaustivo da cortiça como elemento ornamental.
O jardim que circunda o Chalet compõe-se não só de vegetação autóctone, mas também de espécies botânicas provenientes dos quatro cantos do mundo, conformando uma paisagem exótica em que se destacam a Feteira da Condessa, o Jardim da Joina, o Caramanchão e os lagos.
Na sequência de um minucioso processo de recuperação e restauro (apoiado pela EEA Grants), o Chalet e Jardim da Condessa D’Edla veio a ser reaberto ao público em 2011.
De referir ainda a classificação como Imóvel de Interesse Público ocorrida em 1993, integrando-se na Paisagem Cultural de Sintra, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade desde 1995.
Em 2012 o projecto de recuperação do Chalet e Jardim da Condessa D’Edla recebeu o Prémo do Turismo de Portugal para Novo Projecto Público, bem como o Prémio Grémio Literário. No ano seguinte foi-lhe ainda atribuído o Prémio União Europeia para o Património Cultural-Europa Nostra 2013, na categoria “Conservação”.

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Para alguns esta poderá parecer uma visita inusitada, mas a verdade é que o Cemitério dos Prazeres pode ser visto como um autêntico “museu a céu aberto” desconhecido da maioria dos lisboetas e de onde se pode apreciar uma das mais belas vistas sobre a cidade…

Construído em 1833 na sequência de uma grande epidemia (“cólera morbus”), este cemitério é constituído por inúmeros jazigos onde se encontram sepultadas personalidades como Mário Cesariny, Natália Correia, Vasco Santana, Carlos Paredes ou Ofélia Queiroz, a única namorada oficial de Fernando Pessoa.
É aqui também que se pode apreciar o maior jazigo privado da Europa, o Jazigo Palmela, idealizado pelo arquitecto Giuseppe Cinatti e mandado construir em 1847 por Pedro de Sousa Holstein, o primeiro Duque de Palmela.
Aceite este convite da Peddy+ e no final verá como a sua forma de encarar estes locais vai mudar completamente!

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Após uma primeira edição em que atingimos o pleno, não podíamos deixar de repetir esta visita que só a Peddy+ lhe oferece.

Participe nesta visita única, onde iremos desvendar espaços da igreja de São Roque que não imaginaria existirem.
Nesta experiência poderá conhecer o sistema de cobertura da igreja, aceder ao coro-alto, percorrer galerias escondidas, descobrir o trono eucarístico e deslumbrar-se com a vista sobre a cidade, a partir dos seus torreões.
A Arte e a História esperam por si!


 

Depois do grande êxito que foi a primeira edição desta visita em novembro passado, não podíamos deixar de atender aos inúmeros pedidos para repetir este evento fantástico!

Também conhecido como Paço da Rainha, o Palácio da Bemposta alberga, desde meados do século XIX, a Academia Militar.
Deve-se a D. Catarina de Bragança, viúva de D. Carlos de Inglaterra, a construção deste Palácio, na sequência do seu regresso a Portugal no ano de 1693. Em 1705, D. Catarina morre e deixa este Palácio em testamento a seu irmão, o rei D. Pedro II.
Mais tarde, em 1707, D. João V doou à Sereníssima Casa do Infantado todas as dependências do Palácio e Quinta da Bemposta, razão pela qual nele vieram a habitar alguns infantes como o Infante D. Francisco (irmão de D. João V) ou o Infante D. Pedro III (irmão de D. José).
Com o terramoto de 1755, o Palácio sofreu muitos danos, tendo sido imediatamente iniciada a sua reconstrução, assinada por Manuel Caetano de Sousa, que revelou alguma originalidade, sobretudo na nave e no vestíbulo rectangular, na existência do arco triunfal e no pavimento em mosaico policromático.
Em junho de 1821, na sequência do regresso da família real do Brasil, D. João VI voltou para o Palácio da Bemposta no qual, com o objectivo de o tornar mais habitável, entendeu mandar realizar diversas obras, sobretudo nos quartos por detrás da Capela e no andar nobre voltado para o jardim.
Foi neste Palácio que se desenrolaram os factos políticos mais importantes do reinado de D. João VI, como sejam os decorrentes da chamada Vila-Francada e os da Abrilada, tendo aquele monarca aqui falecido em 10 de março de 1826.
Após a extinção da Sereníssima Casa do Infantado, decretada a 18 de março de 1834, o Paço da Rainha voltou para as mãos da Coroa, tendo D. Maria II entendido destinar o Palácio e a Quinta à Escola do Exército, fundada em 12 de janeiro de 1837 pelo General Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, Marquês de Sá de Bandeira.
Este último é responsável por grandes obras de alteração dos espaços do Palácio, de modo a servir a nova utilização do edifício, a Academia Militar.

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Pode passar quase despercebido aos olhos de quem passa no Largo de São Domingos em Lisboa, mas o Palácio da Independência, fundado por D. Fernando de Almada em 1467, está recheado de história.

Talvez não saiba que foi neste espaço que os conjurados planearam a última reunião antes da Restauração da independência de Portugal, a 1 de dezembro de 1640, o que iria conduzir à aclamação de D. João IV como rei legítimo da coroa nacional.
Outra curiosidade sobre este edifício é que, como não foi muito afetado pelo terramoto de 1755, naõ é de estranhar que tenha acolhido alguns doentes do vizinho Hospital de Todos os Santos.
Mais tarde, e por despacho de El-Rei, o Palácio veio a ser alugado para outros serviços públicos, como sejam a Casa da Suplicação, o Depósito Público da Côrte e até o Arquivo Municipal de Lisboa.
Atualmente, e desde 1983, o edifício pertende à Sociedade Histórica da Independência de Portugal, o que motivou a realização de obras para a instalação de serviços, biblioteca e áreas reservadas a exposição.

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A pedido de muitas famílias, e porque o bom tempo convida a bons passeios, a Peddy+ oferece mais uma oportunidade de fazer este percurso tão do agrado dos lisboetas (e não só!)…

Porventura já se imaginou a caminhar no subsolo da cidade de Lisboa, entre o Jardim das Amoreiras e o Miradouro de São Pedro de Alcântara, percorrendo assim cerca de 1.200 metros sempre debaixo do asfalto?
É isso mesmo que propomos que faça nesta visita subterrânea à Galeria do Loreto, uma das cinco galerias que integravam o sistema do Aqueduto das Águas Livres e que, graças ao Museu da Água, é possível ser visitada de algum tempo a esta parte.
Antes de chegar ao ponto de partida da visita, situado na Mãe d’ Água, faremos o mesmo trajeto mas à superfície, partindo do Miradouro de São Pedro de Alcântara. Só depois disso, e de uma breve introdução histórica, daremos início ao trajeto subterrâneo.
Este trajeto tem o seu início na Casa do Registo (contígua ao Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras) descendo no alinhamento da Rua das Amoreiras até ao Largo do Rato. Passa, depois, no mesmo alinhamento da Rua da Escola Politécnica e da Rua D. Pedro V, prosseguindo ainda pela Rua da Misericórdia, Largo do Chiado, Rua Paiva de Andrade e terminando, por fim, no Largo de São Carlos.
De referir que, junto ao antigo Colégio dos Nobres, actual Museu de História Natural, existia uma pia de onde saía água para a Imprensa Régia e para o Chafariz do Monte Olivete (antigo Chafariz do Arco de São Bento) e, no alinhamento com a Travessa da Mãe d’Água, existia uma pia quadrada em cantaria, denominada Pia do Penalva, onde se separavam as águas que seguiam para o Aqueduto do Século (Formosa) e para o Aqueduto da Praça da Alegria (Cotovia), cujo prolongamento abastecia um fontanário do passeio público.
Esta galeria abasteceu alguns estabelecimentos públicos onde se destaca a Imprensa Nacional, o Passeio Público, a Misericórdia, o recolhimento de S. Pedro de Alcântara, o Passeio de S. Pedro de Alcântara e o Quartel da Guarda Municipal do Carmo.

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Este é talvez o maior fenómeno de sempre em termos de visitas com encenações de época alguma vez visto! Mais de 600 pessoas tiveram esta experiência sublime! Venha daí você também!

Pé ante pé vamos fazer uma visita a todos os recantos do Palácio de Queluz, ouvir a sua história, ver pessoas de outra época. Vamos ouvir cantar, tocar e dançar músicas de setecentos. Saber como ali se realizava grandes festas, que vestidos e outros trajes se usavam neste espaço de enorme beleza e requinte. Vamos aprender que os príncipes e infantes não iam à escola mas tinham muitas matérias para aprender. Que outras surpresas haverá para descobrir?
Este evento é um exclusivo Peddy+ em parceria com a Parquesdesintra, cuja realização está condicionada a um número mínimo de 30 participantes.
Conforme informação disponibilizada pela Parquesdesintra, trata-se de uma atividade recomendada para famílias com crianças entre os 5 e os 12 anos e requer inscrição e pagamento prévio.

Ponto de encontro: Palácio Nacional de Queluz, Largo do Palácio, Queluz
Duração aprox.: 2 horas
Hora: 15h00
Valor de inscrição: € 18,00 por pessoa (sem desconto em função da idade do participante)
Envie o comprovativo da transferência bancária para: [email protected]
IBAN: PT50 0035 0001 0003 8300 5005 8

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